Busca no Blog

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Filmes Antigos: Cantando na chuva

Para mim esse é o (filme) musical dos musicais. Não importa a época em que ele foi feito, ele continua atual. O filme é de 1952, é uma meta-filme ( ou seja um filme sobre o cinema), que homenageia o cinema (principalmente musicais ), critica a indústria de filmes, a sociedade e ao mesmo tempo diverte muito.
Eu me lembro que a primeira vez que tive vontade de ver esse filme, foi no dia da morte de Gene Kelly, estava vendo o jornal nacional quando eles anunciam que ele havia morrido e que durante a madrugada, iria passar a “obra prima” dele. Eu ainda era criança, mas decidi ficar acordada para ver o filme, e acabei dormindo. Acordei durante a madrugada e o filme estava passando, já no meio, na parte mais clássica dele, que é a cena de Gene Kelly dançando e cantando na chuva, vi a cena e fui para quarto dormir. Anos mais tarde é que vi o filme completo, e constatei que é uma obra prima. Ele tem a seguinte história:
Don Lockwood (Gene Kelly) e Lina Lamont (Jean Hagen) são astros famosos do cinema mudo, os filmes dos dois como um casal, apesar de “contar” sempre a mesma história, são sucesso absoluto de público. Mas, surge os filmes falados, o estúdio resolve transformar o próximo filme deles, que foi concebido como mudo, em falado e aí tudo fica mais complicado.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Campanha de popularização do teatro em BH- Janeiro


Em janeiro de 2010 começou a 36ª campanha de popularização do teatro e da dança em Belo Horizonte, e até o dia 7 de março haverá a apresentação de peças com o preço de 10 reais. As pessoas podem comprar ingressos com esse valor nos postos da SINPARC. São cerca de 120 peças disponíveis e que serão apresentadas em diversos teatros de BH, inclusive no palácio das artes, onde normalmente os ingressos são bem mais caros.
Eu, como, gosto de teatro resolvi aproveitar essa campanha, e já fui ver algumas peças.
A primeira que eu vi foi “Caju e Totonho, Sem Pensar Duas Vezes!” no dia 08/01, a peça é composta por quadros dos comediantes Caju e Totonho. Para falar a verdade, alguns amigos que escolheram essa peça, pois esse gênero, que é composto por quadros,sem uma história que os une ( meio estilo palhaço), não é algo que me atrai muito. Mas de qualquer forma, eu gostei e deu para rir muito. E também agradou o público que quase lotou o teatro.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Substitutos

Bem, esses dias eu li uma história em quadrinhos bem interessante: “Substitutos”, sim, essa história deu origem ao filme (com o Bruce Willis) lançado recentemente, e o fato de eu ver o filme me influenciou a ler a história( senão como saberia que ela existia?), não que eu tenha virado fã do filme, achei ele apenas legal, mas a premissa do filme é interessante e poderia ter rendido mais, pois a história tem um grande potencial.
Em 2054, a sociedade norte-americana está completamente diferente da atual, as pessoas na rua, no trabalho, não são mais pessoas de carne e osso, e sim robôs controlados mentalmente por humanos. Esses robôs, chamados de substitutos, tem a imagem que o seu dono quer, podendo o seu operador ( o humano que controla o robô) , ser de gênero, raça ou qualquer outro detalhe diferente do robô. Além disso, os substitutos executam as tarefas diárias como cozinhar, arrumar a casa, trabalhar e até se divertir: eles fumam, bebem e fazem sexo no lugar do operador, que sente os efeitos apenas mentalmente. Nesse contexto os policiais Harvey Greer e Peter Ford começam a investigar a eletrocução e a completa inutilização de alguns substitutos. E se deparam com uma trama que pretende acabar com a era dos substitutos.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Livros do "Sherlock Holmes"

Aproveitando que o filme de Sherlock Holmes estreou nos cinemas brasileiros e eu estou querendo ver, mas ainda não vi. Vou escrever sobre os livros de Sherlock Holmes. Li todos os romances do detetive inglês, mas nunca li os contos. O que eu posso dizer dos romances? São muito bons. Os mistérios são interessantes e alguns são bem românticos.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Filmes Antigos: E o vento levou


Tenho alguns amigos e conhecidos que quando se fala de um filme que foi lançado, antes de 1990 ou até mesmo antes de 2000, torcem o nariz e se recusam a assistir. Dizem que só assistem filmes novos, e me criticam por ver velharias. Pois eu adoro assistir filmes antigos desde que sejam bons. E acho que quem se recusa a ver filmes antigos tem muito a perder em questões de conhecimento e de boas histórias. E as vezes, até deixam de entender filmes novos, pois muitos filmes novos fazem homenagem ou copiam filmes antigos em sua narrativa.
Um bom exemplo de um filme desse tipo de filme é “E o vento levou”. É dito que “Titanic” é atualmente o filme que mais arrecadou dinheiro em termos de bilheteria, isso se considerar os preços dos ingressos sem atualização, pois se os valores dos ingressos fossem atualizados, “E o vento levou” ganharia com bastante vantagem (pelo menos nos EUA), afinal em 1939 quando o filme foi lançado eles eram bem mais baratos. E olhe que mesmo tendo arrecado uma fortuna, o filme levou o seu produtor a grandes dificuldades financeiras.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Coisas que venho vendo: Fringe



Nesse natal assisti alguns episódios de Fringe. Tenho achado esse seriado bem interessante. A cada novo episódio, novos mistérios são colocados ou reforçados e várias pistas são jogadas para os telespectadores.
A série Fringe é a história de um grupo do FBI que investiga crimes que de uma forma ou outra tem algo de estranho, até mesmo sobrenatural, os crimes relacionados com a ciência de borda (fringe). Os principais componentes do grupo são Olivia Dunham, uma agente do FBI, que se vê envolvida na investigação de um atentado com o uso de tecnologia fringe. Walter Bishop, um cientista genial, criador de diversas teorias “”fringe”, mas que também é louco e ficou internado 17 anos num hospício. E Peter Bishop, filho de Walter, que é também muito inteligente e consegue traduzir as idéias do pai, e o único que pode autorizar a saída de Walter do hospício.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

A justiceira


A justiceira é uma série criminal que provavelmente muitas pessoas nunca tenham ouvido falar, o motivo talvez tenha sido a pouca quantidade de episódios da série. Apenas 12,e não a sua qualidade, que diga de passagem é muito boa, não devendo nada a nenhuma série norte americana atual. A Malu Mader, a atriz principal ficou grávida na época e a quantidade de episódios foi reduzida. Os seus episódios foram mostrado na televisão em 1997 e nunca foi reprisado.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O Líder - Parte 3 ( história em várias partes)

O Líder

"Algumas coisas são verdadeiras, acreditando nelas ou não."
Cidade dos Anjos



3-Habilidades

Ana se voltou para Marcos e disse:
- Acho melhor a gente conversar no escritório, Marcos.
Marcos e Ana foram para um quarto, onde havia uma escrivaninha, algumas poltronas e armários cheios de livros e papéis.
-Então, é a sua chance de me convencer que está falando a verdade.
- Sim. O fato de eu estar fugindo do hospício é fácil de verificar. Você deve está estranhando o fato da inversão de papéis não? Eu imagino o quanto você tem uma impressão ruim de mim, afinal eu atrapalhei bastante o seu namoro com o Eduardo.

O líder - Parte 2(História em várias partes)

O Líder

"Perto do fim, começamos a pensar no início."
Sr. & Sra. Smith


2-O passado, o presente e o futuro

Ana, Léo e Marcos estavam sentados em volta de uma mesa na casa dela. A mesa era uma mesa redonda com 6 cadeiras e ficava na sala da casa. Ana começou a falar:
- Marcos, pode começar me dizendo por que de você estava fugindo daqueles homens?
- Bem, ...tenho que dizer que eu estava fugindo do hospício.
- Você está brincando, não? – falou Léo
- Não, queria, mas não estou, ou se você quiser ser mais politicamente correto. Eu estava fugindo de uma casa de repouso psiquiátrica.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O Líder - Parte 1 ( história em várias partes)

O líder

"Existe uma linha tênue entre coincidência e destino."
A Múmia

1- A mão do destino

Ana Luíza estava dirigindo o seu carro. Ela estava pensando em como a vida mudava e ao mesmo tempo parecia a mesma. Há alguns anos ela sempre fazia esse percurso, onde ela buscava o seu filho Leonardo, Léo como era chamado, na escola. Mas no passado, Léo, a recebia de braços aberto e lhe dava um beijo. Mas hoje ela sabia que isso não aconteceria, ele iria reclamar, e ela podia até escutar as palavras dele: “Mãe, estou com quase 18 anos. Não sou um bebê. Não precisa me buscar na escola.” Mas mesmo assim, quando podia ela gostava de fazer isso. Era uma oportunidade de vê-lo. De saber como ele estava.