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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Romances Históricos: E o vento levou ( Primeiro vídeo do blog)
Esses dias tive a ideia de fazer um vídeo... Onde faria comentários sobre obras de ficção. O primeiro vídeo é sobre "E o vento levou", falei tanto do livro quando do filme, espero que gostem ele está logo abaixo:
domingo, 6 de maio de 2012
Filme de batalhas: O senhor da Guerra
Eu tenho que confessar que filmes de batalhas (ou guerras) não me atraem muito. Entendo o mérito deles, as batalhas, efeitos especiais, violência e mortes. Mas talvez eu não consiga me identificar tanto com essa visão de homens honrados lutando por objetivos nobres, seu país, seu rei. Filmes como Ben-Hur, Gladiador, Coração valente, Rei Arthur, O resgate do soldado Ryan e até mesmo O senhor dos anéis, não estão entre os meus preferidos. Pode ser que sejam filmes bons, mas eu não assisti nenhum deles mais de uma vez, e nem tenho vontade de assistir. Filmes de guerra que me agradam, são aqueles que mostram a sociedade como a Lista de Schindler. Entretanto há uma exceção, eu realmente gosto do filme O Senhor da Guerra (The war Lord) de 1965, com Charlton Heston. Talvez seja porque o motivo da Guerra não é algo honrado, e os homens não lutam por um país, um rei, etc.O motivo principal é uma mulher, o amor de um homem por ela. O que talvez faz com esse filme seja mais um romance do que um filme de guerra propriamente dito.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
The Hustler e A cor do dinheiro
Há algum tempo eu estava procurando bons filmes de Paul Newman para ver e me deparei com a seguinte indicação, The Hustler ( Desafio à corrupção no Brasil, título pelo qual eu me recuso a chamar, já que não tem muita relação com o filme e nem com o título original, que seria algo similar à "O vigarista", "O trapaceiro" ou algo do gênero e que realmente condiz com a história). Tirando a tradução bizarra brasileira, já não há desafios a corrupção, pelo menos não como trajetória do filme, e o seu tema de fundo, o mundo das apostas, da sinuca e seus correlatos, que não me atrai tanto ( não sei quase nada sobre o esporte), resolvi dar uma chance por causa de comentários positivos. E não me arrependi, esse foi um filme que coloquei para assistir após a meia noite, quando não tinha nada para fazer, com aquela ideia de ver alguns minutos para o sono vir, desligar e dormir. Mas após minutos, eu não fui dormir, já estava vidrada, e vi até o fim, desafiando a madrugada. Hahah. Realmente é um ótimo filme.
domingo, 25 de dezembro de 2011
Uma sátira bem feita: O Grande ditador
"...O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódio... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido..." (Parte do discurso do Barbeiro Judeu)
Tenho que admitir que não vi tantos filmes de Chaplin quanto deveria(e gostaria) ter visto. Charles Chaplin foi um gênio da sétima arte e eu apaixonada por cinema, já deveria ter visto quase todos os seu filmes. Mas vi apenas três: O garoto, Tempos Modernos, e o meu preferido "O Grande Ditador". Não sou fã de sátiras, há poucos filmes desse tipo (principalmente os atuais) que eu consegui chegar ao fim. È muito difícil me fazer rir com aquelas situações surreais, bizarras e constrangedoras. Palhaçadas, por si só, nunca me agradaram muito.
domingo, 7 de agosto de 2011
Um filme de Hitchcock: Um corpo que cai
Um dos meus gêneros preferidos de filme é o suspense. Filmes com assassinatos, mistérios e investigação sempre me fascinaram desde criança. E um importante mestre do suspense é Alfred Hitchcock, ele, em diversos trabalhos, conseguiu elaborar tantos mistérios e causar tantas sensações, que não é a toa que é considerado o mestre do gênero, um gênio do suspense. Já vi diversos filmes dele, e tenho que reconhecer que ele era muito bom, sabia fazer medo e criar aquela tensão. Outra coisa que que pude perceber com as pessoas do meu convívio, é que a opinião sobre o filme preferido de Hitchcock, é bem diversa. Alguns preferem "Psicose", outros gostam de "Os pássaros", tem uns que acham "Janela Indiscreta" e até "Disque M para matar" já foi citado. O meu filme preferido (de Hitchcock, é claro ) e que para mim é a obra prima dele é "Um corpo que cai".
domingo, 19 de junho de 2011
Um clássico: 12 homens e uma sentença
A impressão que eu tenho é que muitos cineastas, e espectadores atuais, não dão valor ao que para mim é talvez o elemento mais importante do filme: o roteiro. Ver filmes como Avatar e Sucker Punch, que tem os seus fãs que os chamam de obra prima (tudo bem Avatar tem o seu valor por desbravar a tecnologia digital com uma qualidade excelente de imagem, e é o filme que melhor soube aproveitar os elementos 3D, mas é só isso, e não é importante para mim), só me faz pensar que plateia não exige muito ou não sabe apreciar a verdadeira qualidade, não sabe o real significado de obra prima. Um filme não precisa de imagens belíssimas, cenários mirabolantes ou efeitos especiais para ser bom. Um bom roteiro, bons personagens e atuações é o suficiente para um filme, que pode inclusive ser chamado de obra prima.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Clássico: Um sonho de liberdade
Um sonho de liberdade é um filme de 1994, ou seja, ele é até relativamente novo, mas acredito que pode se dizer que já se tornou um clássico. Eu vi esse filme quando tinha cerca de 11 anos e estava passando férias em Maceió, o hotel em que eu estava hospedada, passava filmes em um telão para os hóspedes. E achei sua história tão linda, que chorei ao final dele, foi provavelmente um dos primeiros filmes em que eu chorei, e olha que ele tem um final feliz. O filme foi indicado a 7 oscars, e não ganhou nenhum, mas não sei se pode falar de injustiças, pois em 94 a concorrência foi pesada, tinham muitos outros filmes em evidência, coisa que Um sonho de liberdade não tinha.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Para quem é apaixonado por cinema : Cinema Paradiso
No ano passado, em uma conversa com amigos, me indicaram o filme Cinema Paradiso, disseram algo assim: "Você que gosta tanto de cinema, tem que ver cinema paradiso.". Pois bem, com uma declaração dessas, eu me senti um pouco excluída do mundo cinematográfico e é claro vi o filme. E realmente foi uma excelente indicação, não sei por que nunca tinha visto ele antes. Ele é magnífico, uma verdadeira declaração de amor ao cinema.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Filmes Antigos: Gilda
O meu primeiro contato com o "Gilda", foi quando assisti "Um sonho de liberdade" ( que eu adoro e apesar de não ser muito velho, já é um clássico). Lembro da cena quando Red(Morgan Freeman) está no cinema da prisão assistindo o filme e chega Andy Dufresne (Tim Robbins) para lhe pedir algo, e ele pede para esperar a cena em que Gilda joga os cabelos, cena essa muito sensual, por sinal e que se tornou muito famosa.Um cartaz do filme tinha o seguinte dizeres "Nunca houve mulher como Gilda", e realmente ao ver o filme isso parece ser verdadeiro. A personagem Gilda é tão avançada em artimanhas sensuais, em ter um comportamento extremamente erótico para a época, que realmente parece que nunca houve uma mulher como ela. O filme foi feito em 1946, mas apesar dessa data, a trama e a personagem Gilda esbanjam sensualidade, mais do que muitos filmes atuais.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Filmes Antigos: Cantando na chuva
Para mim esse é o (filme) musical dos musicais. Não importa a época em que ele foi feito, ele continua atual. O filme é de 1952, é uma meta-filme ( ou seja um filme sobre o cinema), que homenageia o cinema (principalmente musicais ), critica a indústria de filmes, a sociedade e ao mesmo tempo diverte muito.Eu me lembro que a primeira vez que tive vontade de ver esse filme, foi no dia da morte de Gene Kelly, estava vendo o jornal nacional quando eles anunciam que ele havia morrido e que durante a madrugada, iria passar a “obra prima” dele. Eu ainda era criança, mas decidi ficar acordada para ver o filme, e acabei dormindo. Acordei durante a madrugada e o filme estava passando, já no meio, na parte mais clássica dele, que é a cena de Gene Kelly dançando e cantando na chuva, vi a cena e fui para quarto dormir. Anos mais tarde é que vi o filme completo, e constatei que é uma obra prima. Ele tem a seguinte história:
Don Lockwood (Gene Kelly) e Lina Lamont (Jean Hagen) são astros famosos do cinema mudo, os filmes dos dois como um casal, apesar de “contar” sempre a mesma história, são sucesso absoluto de público. Mas, surge os filmes falados, o estúdio resolve transformar o próximo filme deles, que foi concebido como mudo, em falado e aí tudo fica mais complicado.
Don Lockwood (Gene Kelly) e Lina Lamont (Jean Hagen) são astros famosos do cinema mudo, os filmes dos dois como um casal, apesar de “contar” sempre a mesma história, são sucesso absoluto de público. Mas, surge os filmes falados, o estúdio resolve transformar o próximo filme deles, que foi concebido como mudo, em falado e aí tudo fica mais complicado.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Filmes Antigos: E o vento levou

Tenho alguns amigos e conhecidos que quando se fala de um filme que foi lançado, antes de 1990 ou até mesmo antes de 2000, torcem o nariz e se recusam a assistir. Dizem que só assistem filmes novos, e me criticam por ver velharias. Pois eu adoro assistir filmes antigos desde que sejam bons. E acho que quem se recusa a ver filmes antigos tem muito a perder em questões de conhecimento e de boas histórias. E as vezes, até deixam de entender filmes novos, pois muitos filmes novos fazem homenagem ou copiam filmes antigos em sua narrativa.
Um bom exemplo de um filme desse tipo de filme é “E o vento levou”. É dito que “Titanic” é atualmente o filme que mais arrecadou dinheiro em termos de bilheteria, isso se considerar os preços dos ingressos sem atualização, pois se os valores dos ingressos fossem atualizados, “E o vento levou” ganharia com bastante vantagem (pelo menos nos EUA), afinal em 1939 quando o filme foi lançado eles eram bem mais baratos. E olhe que mesmo tendo arrecado uma fortuna, o filme levou o seu produtor a grandes dificuldades financeiras.
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